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  • Cyro Masci

Ansiedade: evite hábitos que podem piorar o quadro



O Brasil tem taxa de ansiedade três vezes superior à média mundial, quase 10 % da população é vítima desse transtorno.

Por isso, além de acompanhamento médico e de psicoterapia, alguns hábitos simples são grandes aliados para aliviar o problema.

O psiquiatra Cyro Masci, autor do e-book gratuito “Síndrome do Pânico: Psiquiatria com Abordagem Integrativa” (https://goo.gl/7XiJJ3), lista quatro hábitos nocivos que podem ser estopim da ansiedade.

Cafeína

Evitar a ingestão de elementos químicos é um hábito que tem que ser incorporado ao dia a dia de quem sofre de síndrome do pânico. “O principal estimulante químico que pode desencadear o alarme é a cafeína”, alerta Cyro Masci. E, apesar do nome, a substância não está apenas no café. “Está presente também em chás e refrigerantes, especialmente os de cola”, avisa o médico.

Não há necessidade de suspender totalmente a ingestão dos produtos, mas sim, aumentar o intervalo de ingestão entre as doses dessas bebidas. “Assim, o organismo terá uma chance de se recuperar, de eliminar a cafeína “.

Lembre-se também de que dificilmente você vai se dar bem se ingerir cafeína depois das 16h, 17h, caso tenha problemas de sono. “Então esse seria o limite que você deveria ingerir a substância.”

Fitoterápico Outro elemento químico vendido livremente é o fitoterápico ioimbina. Promete ser estimulante sexual e ajudar na perda de gordura. “Acontece que a substância pode levar a uma excitação do sistema nervoso, facilitando crises. Não recomendo a quem sofre da síndrome do pânico”, diz Cyro Masci.

Notícias sobre catástrofes

Existem dois outros grandes tipos de estímulos que podem facilitar o agravamento da doença. O primeiro deles se chama notícia, jornal, revista, televisão, redes sociais. Faz parte desses meios de comunicação gerar catástrofes, gerar alarmes: “o mundo vai acabar nos próximos 5 minutos”. É assim, desencadeando os sistemas de alarme de todas as pessoas, que os veículos de comunicação conseguem prender a atenção das pessoas.

Nosso cérebro é naturalmente propenso a prestar atenção a sinais de perigo no meio ambiente. “A recomendação é essa: selecione criteriosamente aquilo que vai ‘entrar na sua cabeça’, fazendo um jejum de catástrofes”, orienta o psiquiatra no livro “Síndrome do Pânico: Psiquiatria com Abordagem Integrativa”

Filmes violentos

O outro estímulo são os filmes com violência gratuita. “Fuja deles. Um trabalho que se tornou clássico demonstrou que pessoas com doença crônica melhoram ao assistir filmes bem-humorados, como uma comédia ou um desenho animado. Rir anula a sensação de perigo. Procure assistir a esse tipo de filme.”

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